Justiça vai financiar projetos que usem tecnologia contra a corrupção

Justiça vai financiar projetos que usem tecnologia no combate à corrupção

uso de tecnologia, para prevenção e combate à corrupção e à lavagem de dinheiro, recuperação e gestão de ativos

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) busca propostas de consultoria para realização de pesquisas sobre uso de tecnologia e atuação do Judiciário no combate à corrupção e à lavagem de dinheiro e na recuperação e gestão de ativos. Sugestões podem ser enviadas, até a segunda-feira, 11/7, como parte das ações do Programa Justiça 4.0.

As pessoas interessadas devem possuir graduação em Direito, Ciência Política, Relações Internacionais, Administração Pública, Ciências Contábeis ou áreas correlatas, além de dois anos de experiência profissional ou de pesquisa em atividades relacionadas à temática. Especialização, mestrado ou doutorado concluídos e anos adicionais de experiência são alguns dos requisitos.

Para participar do processo seletivo, você deve encaminhar o currículo e a proposta financeira para o endereço:  ic.procurement.br@undp.org, a consultoria prevê a entrega de três produtos: dois relatórios de levantamento bibliográfico e uma apresentação final.

O levantamento bibliográfico contribuirá para mapear estudos sobre o tema publicados por especialistas e instituições nacionais e internacionais.

Como a tecnologia pode ajudar no combate a corrupção? 

Atualmente, vivemos na era digital, onde as empresas necessitam cada vez mais de tecnologias para soluções na gestão de seus processos e controles corporativos. Desta forma, é necessário implementar diversas camadas de segurança e garantir que fraudes e extravios não ocorram. Contudo, com a implementação desses mecanismos de segurança e com a Lei Anticorrupção, o Brasil ainda alcança uma posição privilegiada no ranking, podendo ser considerado um país altamente corrupto.

Para prevenir e aprimorar os controles, as empresas devem possuir a capacidade de monitorar e acompanhar de forma inteligente as atividades que são executadas pelos seus colaboradores, independentes da forma de atuação. Os softwares de monitoramento normalmente possuem a flexibilidade e a compatibilidade com a maioria dos sistemas corporativos e, com a adição de uma equipe especializada, é possível identificar, dentre os milhares de registros e logs, ações e atividades suspeitas que podem prevenir algum ato de corrupção interna.

Podemos acreditar que com o apoio de novas tecnologias preventivas e corretivas, conseguiremos prevenir qualquer ato de corrupção e, mesmo quando algo estiver fora do controle, podemos contar com a tecnologia para dar uma resposta rápida, inteligente e com transparência.

fonte: convergência digital

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