Alvo de ransomware no Brasil

De 200 empresas, 55% foram alvo de ransomware no Brasil

Quatro em cada 10 empresas nacionais pagam resgate de ransomware para ter 50% dos dados de volta.

Segundo a pesquisa The State of Ransomware 2022da empresa de segurança Sophos, no Brasil, 55% das 200 empresas entrevistadas foram alvo de ransomware ao longo de 2021. Segundo este levantamento, na maioria dos casos (56%) os dados foram sequestrados e criptografados.

40% das empresas brasileiras atingidas por ransomware optaram por pagar o resgate exigido, no entanto, só conseguiram recuperar 55% dos dados sequestrados. 

A média dos pagamentos foi de US$ 211.790 (cerca de 1 milhão de reais). Pelo menos 73% das empresas entrevistadas no Brasil indicaram o método mais utilizado para a restauração de dados após um ataque ransomware, a prática de backup.

Em 2021, 11% das organizações afirmaram que pagaram resgates de US$ 1 milhão ou mais, número superior a 4% registrados em 2020. Além disso, 46% das companhias que tiveram os dados criptografados em um ataque de ransomware pagaram resgate e 26% das empresas que conseguiram restaurar dados criptografados usando backups em 2021 também pagaram o resgate.

A recuperação mais recente em 2021 do ataque de ransomware foi em torno de US$ 1,4 milhão, nesse caso, a organização demorou em média 1 mês para se recuperar dos danos e interrupções. 90% das empresas disseram que o ataque afetou a capacidade de operar e 86% das vítimas do setor privado afirmaram que perderam negócios e/ou receita por causa do ataque.

Como melhorar a proteção de dados

Através das soluções de DLP (Data Loss Prevention), é possível identificar possíveis ameaças aos dados confidenciais e criar políticas que impedirão os vazamentos de dados, independente de onde esses arquivos estejam armazenados.

É de extrema importância investir em segurança de dados, além de se adequar a Lei de Proteção de Dados, também diminui drasticamente as chances de ter problemas jurídicos e financeiros.

Fonte: Convergência Digital

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